Poço dizer que este ano para eu foram de muitas expectativas, algumas boas outras nem tantos. Quando entrei na UFRGS sempre imaginei este momento: dos últimos semestres do estágio e TCC. Imaginava que seria a coisa mais importante pra mim neste momento, que trabalharia 100% neste projeto, me dedicando corpo e mente – como em tudo que faço – neste trabalho. Pois vejo que estar nesta universidade é mais que uma oportunidade, mas sim um privilégio que merece doação e dedicação.
Hoje quando entrei na sala de aula para realizar meu estágio, estava insegura e um tanto desmotivada, pois é difícil se concentrar e dar conta de tantos trabalhos e problemas. Mas não posso desistir, pois percebi que tenho muita ajuda todos os profissionais e que as crianças ajudam a esquecer os problemas, pois pude contar com o carinho delas hoje. Pensando bem será bom ter este contato direto com elas, vai me fazer bem.
Minhas expectativas para este ano? Estão mais fortes, porque sei que no final dará tudo certo e nem posso esperar o grande final....OBA!
terça-feira, 13 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Pensando nas arquiteturas pedagógicas
Em primeiro lugar posso dizer que para mim as arquiteturas pedagógicas são exemplos de um trabalho construído através da necessidade de conhecer e aprender. Arquitetura me lembra construção e na educação pra construirmos precisamos primeiro ter o desejo, a necessidade e curiosidade do novo, precisamos “querer”, para depois formar novas estruturas mais fortes. Sem o desejo não há crescimento, descobertas e aprendizado.
E neste “querer” que precisamos estimular os alunos a procurar novas aprendizagens a questionar o que está obvio e pensar naquilo que não temos certezas e sim dúvidas.
E por isto que penso que nada melhor que as ferramentas digitais para abrir estas descobertas, para ampliar o mundo e o desejo que descobrir de cada aluno. Uma pena que nem todos os centros de ensino estão adequados para este papel, poucos oferecem esta ferramenta, e alguns ainda quando tem oferece de forma inadequada, ou seja, não se explora todo o campo de trabalho.
Com tantas inovações, com um mundo tão grande fora da sala de aula, é quase surreal deixar os alunos de fora das tecnologias, é importante que cada escola lute para oferecer possibilidades para que os alunos busquem informações em diferentes ambientes. As aprendizagens precisam ser significativas do ponto de vista do sujeito, e assim transformá-los em sujeitos da própria aprendizagem. Pois não existe uma receita de como aprender, cada sujeito é autônomo dos seus pensamentos e desejos. É esta liberdade de pensamento que atrai o desejo e o prazer de buscar novas informações e transformá-las em aprendizagens significavas.
E neste “querer” que precisamos estimular os alunos a procurar novas aprendizagens a questionar o que está obvio e pensar naquilo que não temos certezas e sim dúvidas.
E por isto que penso que nada melhor que as ferramentas digitais para abrir estas descobertas, para ampliar o mundo e o desejo que descobrir de cada aluno. Uma pena que nem todos os centros de ensino estão adequados para este papel, poucos oferecem esta ferramenta, e alguns ainda quando tem oferece de forma inadequada, ou seja, não se explora todo o campo de trabalho.
Com tantas inovações, com um mundo tão grande fora da sala de aula, é quase surreal deixar os alunos de fora das tecnologias, é importante que cada escola lute para oferecer possibilidades para que os alunos busquem informações em diferentes ambientes. As aprendizagens precisam ser significativas do ponto de vista do sujeito, e assim transformá-los em sujeitos da própria aprendizagem. Pois não existe uma receita de como aprender, cada sujeito é autônomo dos seus pensamentos e desejos. É esta liberdade de pensamento que atrai o desejo e o prazer de buscar novas informações e transformá-las em aprendizagens significavas.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Recomeço
Olá a todos!
Finalmente voltei a escrever em meu blog, pois como todos sabem estou em casa ainda me recuperando de uma cirurgia e não posso trabalhar por enquanto, mas conforme o tempo vai passando vou me sentindo melhor e voltei a participar das aulas e debates sobre as construções do nosso penúltimo semestre “o tão sonhado penúltimo semestre”. As minhas expectativas são as melhores para este semestre, pois penso que na prática será melhor de compreender as arquiteturas pedagógicas estudadas por nós. Ainda tenho minhas dúvidas e certezas sobre o “como” trabalhar em sala em sala de aula, utilizando estes novos conceitos.
Confesso que também estou um pouco enferrujada de sala de aula, pois estou um ano na direção da escola e estou voltada para outro enfoque agora. Mas minha vida é sala de aula e é sempre bom retomar meu trabalho direto com os alunos. Sempre digo que “estou” diretora e não “sou” diretora, minha profissão é professora e gosto muito disso.
Nesta semana foi muito proveitoso falar de minha vida profissional (no pbwork), relembrando deste o início da carreira, depois falar da escola, pensar como ela é, e relembrar as características dos meus alunos, um a um, imaginando as mesmas e trazendo-as para o trabalho.
Pensei também e tive que pesquisar muito sobre as arquiteturas pedagógicas, pois tenho dúvidas ainda, é algo novo e não muito simples de se trabalhar, tive que reler nossos trabalhos e com certeza já mudei muitos aspectos, pois é natural pensar agora com outros objetivos e tentar trazer cada vez mais para a realidade a ser trabalhada. Penso que o projeto é para melhorar a prática docente e não criar mais desafios para nós, pois todos sabem que ensinar por si próprio já é uma tarefa muito difícil, e os meios precisam estar disponíveis para melhorar esta tarefa.
Não vou deixar me abater, a tristeza é um intervalo de duas felicidades e em breve voltarei com tudo!
Finalmente voltei a escrever em meu blog, pois como todos sabem estou em casa ainda me recuperando de uma cirurgia e não posso trabalhar por enquanto, mas conforme o tempo vai passando vou me sentindo melhor e voltei a participar das aulas e debates sobre as construções do nosso penúltimo semestre “o tão sonhado penúltimo semestre”. As minhas expectativas são as melhores para este semestre, pois penso que na prática será melhor de compreender as arquiteturas pedagógicas estudadas por nós. Ainda tenho minhas dúvidas e certezas sobre o “como” trabalhar em sala em sala de aula, utilizando estes novos conceitos.
Confesso que também estou um pouco enferrujada de sala de aula, pois estou um ano na direção da escola e estou voltada para outro enfoque agora. Mas minha vida é sala de aula e é sempre bom retomar meu trabalho direto com os alunos. Sempre digo que “estou” diretora e não “sou” diretora, minha profissão é professora e gosto muito disso.
Nesta semana foi muito proveitoso falar de minha vida profissional (no pbwork), relembrando deste o início da carreira, depois falar da escola, pensar como ela é, e relembrar as características dos meus alunos, um a um, imaginando as mesmas e trazendo-as para o trabalho.
Pensei também e tive que pesquisar muito sobre as arquiteturas pedagógicas, pois tenho dúvidas ainda, é algo novo e não muito simples de se trabalhar, tive que reler nossos trabalhos e com certeza já mudei muitos aspectos, pois é natural pensar agora com outros objetivos e tentar trazer cada vez mais para a realidade a ser trabalhada. Penso que o projeto é para melhorar a prática docente e não criar mais desafios para nós, pois todos sabem que ensinar por si próprio já é uma tarefa muito difícil, e os meios precisam estar disponíveis para melhorar esta tarefa.
Não vou deixar me abater, a tristeza é um intervalo de duas felicidades e em breve voltarei com tudo!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Aspectos Culturais
Durante o semestre cursando a interdisciplina de Linguagem lembrei-me de um caso bem intrigante que gostaria de relatar, não sei ao certo a autoria, mas é o caso de um aluno que não sabia escrever no 3º ano e escondia isso da professora, e sempre que ela mandava escrever um texto com determinado tema ele fazia de conta que estava escrevendo. E o mais interessante que quando solicitado para ler o texto na frente da turma ele lia (o papel em branco) e sua redação sempre era a mais bonita, a mais criativa. O aluno inventava tudo, de acordo com sua vivencia e conhecimento.
Como falta esta base, importassíma para o letramento e a alfabetização, a base de tudo, a família, o acompanhamento de um adulto, os saberes passados em gerações, os conhecimentos prévios, hoje as crianças vêm para a escola sem nenhum conceito de família, sem nenhuma bagagem positiva, somente aquelas marcas que agem negativamente na aprendizagem. A escola trabalha para verbalizar os conheciementos pré estabelecidos, é o saber ser e o saber dizer algo, ela transforma práticas sociais. Culpam a escola por todo o fracasso social que há no país. Colocam que o principal motivo da pobreza é a falta de escolarização e deixam de lado toda a falta de cultura de um problema social.
O Brasil está cheio de exemplos de pessoas com baixa escolaridade e muita ascensão profissional, pois a escola nem sempre ensina a pessoa ser empreendedora, que é uma das marcas do sucesso. Outro fato é que o analfabetismo é uma das principais razões do ciclo permanente de pobreza e subdesenvolvimento em que muitos países se encontram. Como é comum ver pais analfabetos e filhos também, como é difícil quebrar este círculo, falta incentivo, motivação, para que haja uma mudança significativa na vida dessas pessoa.
Como falta esta base, importassíma para o letramento e a alfabetização, a base de tudo, a família, o acompanhamento de um adulto, os saberes passados em gerações, os conhecimentos prévios, hoje as crianças vêm para a escola sem nenhum conceito de família, sem nenhuma bagagem positiva, somente aquelas marcas que agem negativamente na aprendizagem. A escola trabalha para verbalizar os conheciementos pré estabelecidos, é o saber ser e o saber dizer algo, ela transforma práticas sociais. Culpam a escola por todo o fracasso social que há no país. Colocam que o principal motivo da pobreza é a falta de escolarização e deixam de lado toda a falta de cultura de um problema social.
O Brasil está cheio de exemplos de pessoas com baixa escolaridade e muita ascensão profissional, pois a escola nem sempre ensina a pessoa ser empreendedora, que é uma das marcas do sucesso. Outro fato é que o analfabetismo é uma das principais razões do ciclo permanente de pobreza e subdesenvolvimento em que muitos países se encontram. Como é comum ver pais analfabetos e filhos também, como é difícil quebrar este círculo, falta incentivo, motivação, para que haja uma mudança significativa na vida dessas pessoa.
Libras
Penso que todos nós temos nossas limitações de certa forma, e muitas vezes para não sofrer nenhum preconceito escondemos estas limitações, o que fica mais difícil para alguém surdo, assim ele mesmo se isola, por medo de discriminação. Mas precisamos mudar esta cultura começando pelas pessoas surdas, elas precisam aparecer ocupar seus espaços na sociedade, muitos se acham incapazes, preferem nem tentar se incluir na sociedade, às vezes, até por um cuidado exercível dos pais.
Eu acredito na inclusão, penso que a Escola, assim como toda a sociedade, precisa ter espaço para todos, sem discriminação, olhando como algo novo, um desafio, novas aprendizagens, como diz o texto, a pessoa surda só não ouve, mas é capaz de tudo mais.
Penso que se precisasse me comunicar com alguém surda faria gestos universais como mímica, e usaria a expressão labial também, pois não sei a linguagem de sinais.
Eles pertencem a uma comunidade, uma cultura. É um modo de vida. A surdez não consiste somente em uma deficiência sensorial, mas, sim, em algo mais complexo, pois consequências sociais da condição da surdez podem fazer com que o sujeito não consiga se comunicar com a sociedade de um modo geral, o que causa isolamento e discriminação para com essas pessoas.
Muitas vezes, o sujeito surdo transita entre essas duas culturas, a surda e a ouvinte; no entanto, sua identidade se constitui com a consciência de ser definitivamente diferente por necessitar de recursos completamente visuais. Essa oscilação entre os surdos e os ouvintes faz com que o sujeito surdo constitua, por vezes, sua identidade de forma fragmentada.
Para interagir com o sujeito surdo em primeiro lugar é preciso unir estas duas culturas, estabelecer uma identidade única para o surdo, pois o surdo não participa da sociedade ouvinte por falta de comunicação e nem nós da comunidade surda por falta de sinais.
Eu na verdade me considero analfabeta quando a língua de sinais é como se eu fosse surda em contato com esta cultura.
Eu acredito na inclusão, penso que a Escola, assim como toda a sociedade, precisa ter espaço para todos, sem discriminação, olhando como algo novo, um desafio, novas aprendizagens, como diz o texto, a pessoa surda só não ouve, mas é capaz de tudo mais.
Penso que se precisasse me comunicar com alguém surda faria gestos universais como mímica, e usaria a expressão labial também, pois não sei a linguagem de sinais.
Eles pertencem a uma comunidade, uma cultura. É um modo de vida. A surdez não consiste somente em uma deficiência sensorial, mas, sim, em algo mais complexo, pois consequências sociais da condição da surdez podem fazer com que o sujeito não consiga se comunicar com a sociedade de um modo geral, o que causa isolamento e discriminação para com essas pessoas.
Muitas vezes, o sujeito surdo transita entre essas duas culturas, a surda e a ouvinte; no entanto, sua identidade se constitui com a consciência de ser definitivamente diferente por necessitar de recursos completamente visuais. Essa oscilação entre os surdos e os ouvintes faz com que o sujeito surdo constitua, por vezes, sua identidade de forma fragmentada.
Para interagir com o sujeito surdo em primeiro lugar é preciso unir estas duas culturas, estabelecer uma identidade única para o surdo, pois o surdo não participa da sociedade ouvinte por falta de comunicação e nem nós da comunidade surda por falta de sinais.
Eu na verdade me considero analfabeta quando a língua de sinais é como se eu fosse surda em contato com esta cultura.
Ótimo Filme...
“Seu Nome é Jonas”
Jonas quando criança foi diagnosticada como retardado, ficando internado em um hospital por três anos. A família o retira do hospital, mas eles não conseguem comunicar-se com Jonas e vice-versa, resolvem coloca-lo em uma escola Estímulo x resposta, a professora recomenda o uso de um aparelho de surdez, não contribuindo muito. Pai de Jonas perde a paciência por muitas vezes chegando até rotula-lo de retardado, o pai o força a integrar-se em atividades do clube e todos o rejeitam, pensam que Jonas é incapaz de brincar normalmente como as outras crianças. A mãe, que não aceita a rejeição de seu filho pela sociedade e pelo próprio pai, continua uma luta tentando encontrar um meio em ingressar Jonas na sociedade, o leva então a uma escola onde tem treinamento, lá a diretora diz que é proibido a linguagem por sinais e gestos, essa escola acreditam que eles tornam-se preguiçosos para falar, achando que surdez não é algo possível de se conviver na sociedade. A professora o força a falar, usando um aparelho de surdez, mas que para Jonas não funciona. No parque ele tenta comunicar-se com as mãos com sua mãe pedindo que ela venha ver o que ele quer, ela não o compreende ele perde a paciência e a agride. O Pai preocupa-se muito com que as pessoas falam do Jonas, briga com a mãe e sai de casa. O avô de Jonas morre os dois conseguiam ter uma ótima relação os dois comunicavam-se através dos olhares, brincadeiras e gestos. Quando os dois estavam brincando seu avô cai morto no chão, Jonas sente muito, chegando a pegar dinheiro escondido para ir até a feira a procura do avô, ele perde-se o guarda com não o compreende o leva para o hospital, Jonas agita-se muito, como eles não sabem que ele não pode falar o amarram na cama. A mãe conhece uma família de surdos, e vai até um clube de surdos, onde todos se comunicavam, agora a mãe que se sente em outro mundo. Jonas e a mãe aprendem a Linguagem de Sinais e ele começa a interagir com todos a sua volta.
Jonas quando criança foi diagnosticada como retardado, ficando internado em um hospital por três anos. A família o retira do hospital, mas eles não conseguem comunicar-se com Jonas e vice-versa, resolvem coloca-lo em uma escola Estímulo x resposta, a professora recomenda o uso de um aparelho de surdez, não contribuindo muito. Pai de Jonas perde a paciência por muitas vezes chegando até rotula-lo de retardado, o pai o força a integrar-se em atividades do clube e todos o rejeitam, pensam que Jonas é incapaz de brincar normalmente como as outras crianças. A mãe, que não aceita a rejeição de seu filho pela sociedade e pelo próprio pai, continua uma luta tentando encontrar um meio em ingressar Jonas na sociedade, o leva então a uma escola onde tem treinamento, lá a diretora diz que é proibido a linguagem por sinais e gestos, essa escola acreditam que eles tornam-se preguiçosos para falar, achando que surdez não é algo possível de se conviver na sociedade. A professora o força a falar, usando um aparelho de surdez, mas que para Jonas não funciona. No parque ele tenta comunicar-se com as mãos com sua mãe pedindo que ela venha ver o que ele quer, ela não o compreende ele perde a paciência e a agride. O Pai preocupa-se muito com que as pessoas falam do Jonas, briga com a mãe e sai de casa. O avô de Jonas morre os dois conseguiam ter uma ótima relação os dois comunicavam-se através dos olhares, brincadeiras e gestos. Quando os dois estavam brincando seu avô cai morto no chão, Jonas sente muito, chegando a pegar dinheiro escondido para ir até a feira a procura do avô, ele perde-se o guarda com não o compreende o leva para o hospital, Jonas agita-se muito, como eles não sabem que ele não pode falar o amarram na cama. A mãe conhece uma família de surdos, e vai até um clube de surdos, onde todos se comunicavam, agora a mãe que se sente em outro mundo. Jonas e a mãe aprendem a Linguagem de Sinais e ele começa a interagir com todos a sua volta.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A humanidade é obra dela mesma
Esta semana li a seguinte frase do filosofo italiano Giambattista que diz: “A humanidade é obra dela mesma”. Tudo que estamos vivenciando são resultados de nossas ações, nossas aprendizagens vêm de nós mesmos, não nascemos inteligentes, nos tornamos inteligentes conforme o que vamos nos apropriando, vamos modificando nosso modo de pensar, nossa aprendizagem, nossa capacidade de aprender e mudamos nossa consciência sobre certo assunto.
Nossa aprendizagem pode estar fora do contexto social e cultural de onde estamos inseridos, pois podemos ir além, pois criamos a capacidade de aprender e buscar novos conhecimentos. O conhecimento liberta o ser humano, capacita, emancipa e o projeta para uma vida melhor. Estamos cheios de exemplos assim, pessoas com pais analfabetos de zonas rurais com poucas expectativas de sucesso na vida que se formam em faculdades, são médicos, advogados, relutando contra suas condições de abandono cultural e social.
E penso como a escola pode ajudar a criar este aluno que aprende a aprende? Não há formulas para isto e nem um único método eficaz para determinar como o aluno aprende, mas existem formas, podemos garantir que sem a teoria não dá, o professor precisa se apropriar de novas teorias que fundamentam a prática. A maioria dos professores quando são questionados do “porque” fazem assim, geralmente não sabem responder, não há um embasamento teórico, pois não existe uma fórmula para melhorar a aprendizagem, mas existem formas de se fazer melhor.
Se a humanidade é obra dela mesmo, se não nascemos inteligentes e nos tornamos de acordo com nossas apropriações, precisamos então buscar meios de crescer e dar oportunidades iguais para todos, fazer das escolas um espaço democrático, inclusivo e igualitário para todos.
Nossa aprendizagem pode estar fora do contexto social e cultural de onde estamos inseridos, pois podemos ir além, pois criamos a capacidade de aprender e buscar novos conhecimentos. O conhecimento liberta o ser humano, capacita, emancipa e o projeta para uma vida melhor. Estamos cheios de exemplos assim, pessoas com pais analfabetos de zonas rurais com poucas expectativas de sucesso na vida que se formam em faculdades, são médicos, advogados, relutando contra suas condições de abandono cultural e social.
E penso como a escola pode ajudar a criar este aluno que aprende a aprende? Não há formulas para isto e nem um único método eficaz para determinar como o aluno aprende, mas existem formas, podemos garantir que sem a teoria não dá, o professor precisa se apropriar de novas teorias que fundamentam a prática. A maioria dos professores quando são questionados do “porque” fazem assim, geralmente não sabem responder, não há um embasamento teórico, pois não existe uma fórmula para melhorar a aprendizagem, mas existem formas de se fazer melhor.
Se a humanidade é obra dela mesmo, se não nascemos inteligentes e nos tornamos de acordo com nossas apropriações, precisamos então buscar meios de crescer e dar oportunidades iguais para todos, fazer das escolas um espaço democrático, inclusivo e igualitário para todos.
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